Obesidade & Úlcera Venosa: a conexão fisiopatológica que muitos profissionais ignoram
- há 14 horas
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A obesidade não é apenas um fator de risco "genérico" para a úlcera venosa — ela atua por mecanismos específicos e mensuráveis, tanto mecânicos quanto bioquímicos. Neste vídeo, explico como o excesso de gordura visceral eleva a pressão intra-abdominal, compromete o retorno venoso dos membros inferiores e leva à disfunção valvular, culminando na hipertensão venosa crônica. Mostro também por que a própria cicatrização fica prejudicada — do aumento da distância de difusão de oxigênio até a pele, à inflamação sistêmica mediada pelas adipocinas — e por que a terapia compressiva convencional costuma falhar nesses pacientes.
Você vai entender:
✅ Por que a gordura visceral é mais perigosa que a subcutânea para o sistema venoso
✅ Como a pressão intra-abdominal (PIA) interfere no retorno venoso dos MMII
✅ O mecanismo pelo qual as válvulas venosas perdem a função (refluxo)
✅ Como as adipocinas (TNF-α, IL-6, PAI-1) lesam diretamente a parede venosa










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